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A questão do fluxo imigratório e a intervenção étnico-racial foi tema do I Seminário Internacional do Serviço Social da Faculdade Integrada Brasil Amazônia (Fibra), realizado nos dias 23 e 24 de outubro, no auditório da instituição. O encontro, que contou com a presença de professores e discentes de serviço social, foi realizado pela coordenadora do curso Luciléa Santos.

A palestra contou com o Assistente Social Breno Soeiro, que destacou o trabalho do Abrigo Domingos Zaluth. O serviço oferece acolhimento em caráter imediato para migrantes e imigrantes de passagem por Belém, onde conta com espaço para acomodação, necessidades básicas de alimentação e atendimento social.

Segundo Breno, o abrigo acolheu os imigrantes venezuelanos da etnia Warao em Belém. “Precisamos compreender a cultura do outro, que imigraram de seu país seja por situação econômica, social, religiosa e dentre outros diversos casos. Entender a realidade do outro e oferecer ajuda”, explicou.

A palestra ainda contou com o Donge Africano, que explicou a questão da rica miscigenação étnica, como indígenas, portugueses, holandeses, italianos, negros, japoneses e árabes.Além do processo histórico migratório do Brasil, os debates enfatizaram a questão étnico-racial e identidade do negro, por meio do escritor e artista plástico, Preto Michel.

Dentre os participantes internacionais, o evento recebeu o professor Expedito e Israel Hounsou de Benin, um pequeno país da África Ocidental. Ambos contaram a história do seu país através de um documentário, que mostrou a cultura, tradições, o cotidiano dos moradores, além de grandes semelhanças brasileiras em áreas como culinária e religião.

Para a coordenadora de Serviço Social, Luciléa Santos os processos migratórios no Brasil foram fundamentais para variedades de etnias brasileiras, cultura, culinária e dentre diversos processos históricos particulares.

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